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Médicos de SP suspendem atendimento aos planos de saúde no dia 7 de abril

Os médicos do estado de São Paulo decidiram suspender o atendimento eletivo aos planos de saúde no próximo dia 7 de abril, Dia Mundial da Saúde, em forma de protesto contra as empresas, por conta da remuneração inadequada, especialmente dos procedimentos; contratos sem índices de reajuste e periodicidade definidos; interferência no trabalho dos médicos; e pleiteando a readequação da rede credenciada, para que seja garantido o acesso pleno e digno dos pacientes à assistência contratada.

Os atendimentos de urgência e emergência serão mantidos e não haverá prejuízo aos pacientes. Desde já, as entidades solicitam aos médicos que deixem suas agendas em branco no dia 7 de abril. Se, porventura, alguma consulta já estiver marcada para tal data, a orientação é que seja remarcada para o mais breve possível.

A deliberação segue resolução de encontro da Comissão Nacional de Saúde Suplementar (Comsu), realizado em 14 de fevereiro na sede da Associação Paulista de Medicina (APM). Em ato simbólico, as operadoras de planos de saúde e a ANS receberam cartão amarelo dos médicos. Será o quarto ano consecutivo em que os profissionais se mobilizarão em prol de melhorias no setor.

“Este ano, também protestamos contra a Agência Nacional de Saúde Suplementar [ANS] por conta da Consulta Pública nº 54, sobre norma que estimularia boas práticas entre as operadoras de planos de saúde e prestadores de serviços, mas, em verdade, está embutindo regras nocivas aos prestadores e pacientes. O texto ressuscita o pagamento por performance, ou seja, bônus para os médicos que economizam mais. Além disso, existe a questão da instauração de uma câmara arbitral, o que impediria os médicos de recorrerem à justiça comum caso tivessem problemas com as operadoras de planos de saúde”, informou o presidente da APM, Florisval Meinão, em reunião realizada na sede da entidade na última segunda-feira (24).

O diretor de Defesa Profissional da APM, João Sobreira de Moura Neto, também participou do encontro com as sociedades de especialidades e Regionais da APM e afirmou que os médicos voltam à luta tanto no âmbito da saúde suplementar quanto da pública com ainda mais vigor e vontade este ano.

O ex-presidente do Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp), Renato Azevedo Júnior, reforçou que a luta contra os planos de saúde é eterna, já que os interesses são contraditórios. “Como são empresas, as operadoras visam lucro. Por outro lado, os médicos só querem atender bem seus pacientes e serem remunerados de forma justa por isso. A ANS, por sua vez, que deveria regular o setor, raramente toma alguma decisão a favor dos médicos, e quando o faz, como no caso da RN 71*, ela não é cumprida.”

*Estabelece os requisitos dos instrumentos jurídicos a serem firmados entre as operadoras de planos privados de assistência à saúde ou seguradoras especializadas em saúde e profissionais de saúde ou pessoas jurídicas que prestam serviços em consultórios.

 

APM São José dos Campos 60 anos de defesa da Medicina e dos médicos – Você faz parte desta história

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A Regional de São José dos Campos da Associação Paulista de Medicina foi fundada em 24 de fevereiro de 1954, por 35 médicos, a maioria deles tisiologistas que atendiam nos sanatórios para tuberculosos.
O primeiro presidente da entidade foi João Batista de Souza Soares. As primeiras reuniões, palestras e eventos promovidos pela APM Regional eram realizados no auditório da Faculdade de Direito ou na Santa Casa de Misericórida.
Em dezembro de 1968, foi inaugurada a Casa do Médico, na Av. São José, sob a presidência de Antonio Mazzuco. O terreno foi doado pela Prefeitura Municipal na gestão de Carlos Alberto Martins e os recursos para a construção da sede vieram do Departamento Previdenciário da APM (70%) e das contribuições dos associados de São José dos Campos (30%).
 
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Ranking da ANS aponta falhas no serviço de planos de saúde na RMVale

Notícia publicada no Ovale (http://www.ovale.com.br)
REGIAO
January 13, 2013 – 07:49
Ranking da ANS aponta falhas no serviço de planos de saúde na RMVale

Principais planos alegam que qualidade no atendimento é mantida e será melhorada ainda mais a partir do próximo ano; veja notas de planos que operam na região

Lauro Lam
Especial para O Vale

Uma avaliação de desempenho elaborada pela ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar) revela que a qualidade do serviço prestado vem caindo. Batizado de Índice de Desempenho da Saúde Suplementar, a pesquisa avaliou os planos em uma escala que vai de 0 a 1, inscritos na ANS, durante o período de 2012.

Foram levados em conta critérios como atenção à saúde, dimensão econômico financeira, estrutura de operação, além da satisfação dos beneficiários. Poucos planos que operam no Vale do Paraíba tiveram boas notas.

O VALE fez um levantamento de nove planos de saúde, onde o Cime, ligado ao grupo Ativia, lidera o ranking negativo seguido pela Unimed São José (veja abaxo)
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Crise.
O presidente da Associação Paulista de Medicina (APM) de São José, Sérgio dos Passos Ramos, afirma que os valores pagos aos médicos estão defasados. “A consulta paga pelos planos gira em torno de R$ 50, enquanto reivindicamos R$ 70. A maioria dos jovens médicos não atende mais pelos planos”, disse.

Segundo Ramos, existe uma crise no setor. “Muitos planos estão sendo vendidos para grupos internacionais. Médico e paciente estão pagando a conta mais alta.”

Pesquisa da APM encomendada ao DataFolha revela que 79% dos usuários de planos de saúde tiveram problemas nos últimos dois anos. “O ideal seria a formação de redes com ambulatórios próprios e médicos contratados”, diz o presidente da APM.

Reclamações.
A falta de entendimento entre pacientes e planos de saúde gera reclamações ao Procon de São José com frequência.

De acordo com o técnico do órgão, Sérgio Antônio Neves, as principais reclamações são sobre a falta de coberturas para cirurgias e exames, além da ausência de rede credenciada para atendimento.

“Quem for adquirir um plano precisa ver se a operadora tem inscrição na ANS e ler os contratos, verificando os prazos de carência”, afirmou.[TXT]

Outro lado.
Os planos de saúde com as piores pontuações de desempenho avaliado pela ANS se defendem. A Unimed de São José, por exemplo, informou que não obteve boa avaliação (0,49) referente a 2012, ano base 2013, em razão de investimentos que tiveram que ser feitos.

Em nota, a operadora explicou que teve que utilizar capital de terceiros, o que impactou sobre o resultado do patrimônio líquido, influenciando o desempenho. Segundo a Unimed, a empresa será melhor classificada na ANS no fim do ano que vem, utilizando os dados de 2013.

Já o Cime, ligado ao grupo Ativia e parceiro do Hospital Alvorada, em Jacareí, com a pior nota da região (0,48) disse que o desempenho foi melhor ao comparado com o ano anterior.

Segundo o plano de saúde, foram priorizados os investimentos na ampliação da rede de assistência médica e hospitalar, com a criação de três Centros de Especialidades Médicas, visando a satisfação dos clientes.

Para o Cime, o Hospital Alvorada é citado como parceiro no atendimento humanizado e na qualificação profissional.

SAIBA MAIS

Grupo São José: 0,79
Bradesco saúde: 0,73
Policlin: 0,71
Intermédica: 0,70
Sul América: 0,66]
Unimed Taubaté: 0,52
São Francisco: 0,50
Unimed São José: 0,49
Cime (Ativia): 0,48

Avaliação: de 0 a 1, sendo 0 o pior resultado

Jogos DAME 2013

Nesta segunda-feira (18/11) será realizada, na Casa do Jovem, na Rua Olivio Gomes, em Santana, a abertura dos Jogos DAME, que serão reativados após a criação de uma Comissão Organizadora criada em parceria entre a Associação dos Advogados de São José dos Campos e a Secretaria de Esportes.

A tradicional competição, Jogos DAME, é composta por disputas direcionadas exclusivamente para profissionais liberais de São José dos Campos. Nesta edição, as profissões envolvidas são: Dentistas, Advogados, Médicos, Engenheiros, Economistas e Profissionais de Educação Física, que irão disputar as modalidades de futebol de campo, futebol de salão, xadrez e truco. Além destas modalidades, as associações terão o desafio de disputar pontuação com a arrecadação de alimentos, que serão doados para o Asilo Santo Antônio.

As competições serão realizadas de 18 a 30 de novembro e irão resgatar este tradicional convívio entre associações de classe, promovendo assim a interação e relacionamento saudável por meio da prática de atividades esportivas e recreativas entre os profissionais liberais, e, sobretudo promover a qualidade de vida.

Os Jogos DAME tem em sua trajetória registro de grande importância para o esporte da cidade, sendo que sua última edição foi realizada no ano 2000.

Mudanças no estatuto da Associação Paulista de Medicina (APM)

Mudanças no estatuto da Associação Paulista de Medicina (APM) foram aprovadas no último sábado (9), durante Assembleia Geral Extraordinária. Presidida pelo 2º vice-presidente da entidade, Donaldo Cerci da Cunha, a Assembleia teve o delegado Amilcar Martins Giron e a presidente da APM Santos, Lourdes Teixeira Henriques, como secretários.
Entre os pontos alterados estão a filiação de médicos estrangeiros como associados, a posse da diretoria dos comitês multidisciplinares e departamentos científicos, a confirmação da contratação e dispensa de funcionários, as funções dos diretores de Patrimônio e Finanças e Economia Médica e a nomenclatura do Departamento de Ações Comunitárias, que passa a se chamar Responsabilidade Social.
De 10 de setembro a 10 de outubro, os associados, regionais e diretoria puderam enviar sugestões de alterações no estatuto da APM, que ficaram disponíveis para consulta no site da entidade entre os dias 30 de outubro e 9 de novembro. A Comissão de Reforma do Estatuto da APM foi composta pelos diretores Paulo Tadeu Falanghe (Previdência e Mutualismo), Paulo Manuel Pêgo Fernandes (Científico) e Paulo Cezar Mariani (Secretário Geral). Confira as mudanças aprovadas neste documento.
Também no dia 9, a Assembleia de Delegados Ordinária da APM aprovou por unanimidade a previsão orçamentária para 2014. A mesa oficial foi composta pelo presidente Florisval Meinão, os delegados Amilcar Martins Giron e Ivan de Melo Araújo e a presidente da APM Santos, Lourdes Teixeira Henriques.
Em seguida, uma Assembleia de Delegados Extraordinária aprovou os novos Código Eleitoral da APM, Regimento do Conselho Científico, da Assembleia de Delegados e da Assembleia Geral.
A APM São José dos Campos esteve representada pelos Drs. Gilberto Benevides e Pedro Roberto Alves Ribeiro – Delegados, Sérgio dos Passos Ramos – Presidente e Lauro Mascarenhas Pinto – Diretor Distrital

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Conheça o desempenho da 3ª Distrital da Associação Paulista de Medicina

Conheça o desempenho da 3ª Distrital da Associação Paulista de Medicina

Na série sobre as Regionais e Distritais da APM, cujo critério de publicação é a ordem numérica de classificação (de 1ª a 14ª), chegamos à 3ª Distrital, formada por Regionais localizadas no Vale do Paraíba: Campos do Jordão, Caraguatatuba, Cruzeiro, Guaratinguetá, São José dos Campos e Taubaté.

Para o diretor da 3ª Distrital, Lauro Mascarenhas Pinto, suas Regionais têm grande potencial de crescimento e boa parte delas está dedicada a se desenvolver de forma estruturada.

“Nossa região tem trabalhado muito. São José dos Campos e Taubaté, por exemplo, são bastante atuantes quanto à defesa profissional. Temos metas ambiciosas: alcançar, até o fim da gestão (2014), no mínimo mais 40% de associados em cada uma das Regionais”, revela.

Atuação

Das seis regionais da 3ª Distrital, a mais nova é Campos do Jordão, inaugurada em outubro de 2011. Nos poucos mais de oito meses de atuação, tem investido principalmente na educação médica continuada, por meio do Projeto Atualize, que promove jornadas de atualização médica destinadas a especialistas de diversas áreas.

Quando o assunto são ações para a valorização do trabalho médico, Taubaté e São José dos Campos se sobressaem – e também são as que mais agregam associados, além de estarem localizadas em cidades onde há faculdades de medicina.

No caso da APM Taubaté, a sede própria, existente desde 1949, atende mais de 500 associados e recebe diversos encontros médicos, reuniões e eventos culturais, esportivos e literários destinados à classe e ao público em geral.

Um dos pontos defendidos pelo presidente desta Regional, Flávio Luiz Lima Salgado, é a distinção entre bacharéis em saúde e médicos certificados, como já acontece no caso dos bacharéis em Direito e advogados. “Nossa luta em prol dos direitos dos médicos é diária, ainda que os resultados estejam distantes do ideal para a classe. É imprescindível tornar obrigatório o exame do Cremesp para que a população tenha garantia de que será atendida por profissionais capacitados”, defende.

Para a vizinha Regional de São José dos Campos, que também possui sede própria e realiza diversos eventos médicos e sociais, o objetivo do trabalho diário é fortalecer a APM como entidade única, destacando a valorização dos profissionais de medicina em âmbito estadual, não apenas local.

Como explica o presidente, Sergio dos Passos Ramos, o tema defesa profissional é o que atrai a maioria dos médicos, especialmente os residentes. “Além de falar com os que já estão na ativa, nosso foco são os residentes e jovens médicos da região. Temos parceria com o Conselho Regional de Medicina para, na cerimônia de entrega do registro, apresentarmos aos novos médicos tudo o que a APM oferece em termos de serviços e facilidades para o cotidiano”, explica.

Em fase de ajustes

De acordo com Lauro Mascarenhas Pinto, as Regionais de Guaratinguetá, Caraguatatuba e Cruzeiro estão em processo de reorganização de suas atividades e, logo que forem resolvidas algumas questões internas, voltarão a buscar associados para a APM, contribuindo para o fortalecimento do associativismo.

“Está aumentando a conscientização de que precisa haver mais união, que o médico precisa ter coragem de enfrentar os planos de saúde e os gestores públicos para exigir seus direitos como profissional e como cidadão”, finaliza o diretor da 3ª Distrital.

Matéria publicada na Edição 635 da Revista da APM – Julho de 2012

Médicos protestam na Consolação e Paulista

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Médicos e estudantes de medicina iniciaram um protesto na frente da sede do Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp), na região central da Capital, na tarde desta terça-feira, 16/07, contra as medidas do governo federal anunciadas na semana passada com o lançamento do programa Mais Médicos. A rua da Consolação foi bloqueada, primeiro no sentido av. Paulista e, depois, no sentido centro. Cerca de mil pessoas participaram do ato.

Os manifestantes seguraram cartazes de repúdio às medidas do Governo Federal, protestando contra a presidenta Dilma Rousseff e os ministros da Saúde, Alexandre Padilha, e da Educação, Aloizio Mercadante. Além da “importação” de médicos estrangeiros sem precisar passar pelo exame de revalidação dos diplomas (Revalida), os profissionais protestam contra a ampliação do curso de medicina em dois anos e também criticam os vetos da presidente a itens da lei de regulamente a atividade médica no país.

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Médicos da rede publica e privada de Sao José dos Campos realizaram curso de capacitação na gripe H1N1 na sede da APM.

O curso foi aberto pelo prefeito Carlinhos de Almeida que foi recebido pelo presidente da APM Sergio dos Passos Ramos.

O evento também contou com a presença do secretario de saúde, Alvaro Machuca e de todas as equipes de vigilância e imunização do estado e do município.

Foto: Edição para mobile do Jornal oVale de hoje.