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Agita São José 2014

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Reclame contra seu Plano de Saúde

Desse mal ninguém escapa.
Os abusos dos planos de saúde afetam pacientes e médicos.
Vamos lutar juntos por mais qualidade e respeito pela saúde.

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Há pelo menos 15 anos, o que coincide com a sanção da Lei 9.656/98, que dispõe sobre os planos e seguros privados de assistência à saúde, as entidades médicas denunciam inúmeros problemas na relação entre prestadores de serviços e operadoras de planos de saúde, o que prejudica diretamente os pacientes.
Da parte dos médicos e demais prestadores de serviços, como cirurgiões-dentistas, fisioterapeutas, terapeutas ocupacionais e dirigentes de clínicas, laboratórios e hospitais, as principais queixas são: honorários indignos, muito abaixo do que preconiza a CBHPM (Classificação Brasileira Hierarquizada de Procedimentos Médicos); contratos sem índice de reajuste e periodicidade definidos; e interferência na conduta, por meio de glosas e negativas de cobertura.
Por outro lado e como reflexo dos problemas enfrentados pelos prestadores de serviços, os pacientes sofrem principalmente com redes credenciadas insuficientes, que não crescem na mesma proporção do aumento do número de usuários dos planos; longas filas de espera nos pronto-atendimentos; e dificuldades para marcar consultas, exames, procedimentos e para conseguir liberação para cirurgias.
Desta maneira, as entidades médicas, encabeçadas pela Associação Paulista de Medicina (APM) e pelo Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp), vêm mais uma vez a público reforçar as denúncias. Nesta edição de 2014 do Dia Mundial da Saúde, celebrado em 7 de abril, lançam uma campanha publicitária que será veiculada no Jornal Folha de S. Paulo, Revista Veja, UOL e TV do Metrô enfatizando as queixas.
A APM abrigará ainda uma central telefônica (0800 173 313) para receber denúncias e reclamações dos usuários, médicos e demais profissionais sobre os planos de saúde. Além disso, representantes dos médicos e outros profissionais da Saúde promoverão uma doação de sangue no dia 7 de abril, das 8h às 14h na sede da APM, em parceria com a Associação Beneficente de Coleta de Sangue (Colsan), sob o lema “Durante todo o ano, os planos de saúde enfiam a faca nos pacientes e tiram o sangue dos médicos. Hoje, estamos aqui espontaneamente para doar nosso sangue a quem realmente merece, os pacientes”. No mesmo dia, haverá um ato público às 11h.
Na própria segunda-feira (7 de abril), as entidades solicitam que os profissionais suspendam o atendimento eletivo aos usuários de planos de saúde, como forma de protesto contra as empresas, e remarquem o mais breve possível para não haver prejuízo aos pacientes. As urgências, emergências e cirurgias devem ser mantidas.

Participe você também desta luta, que é de todos!Imagem

Médicos em defesa dos pacientes e pelo fim dos desmandos dos planos de saúde

Honorários defasados, reajuste de procedimentos muito aquém da inflação, interferências na autonomia clínica, cláusulas contratuais tendenciosas. São antigas as reclamações dos profissionais da área de Saúde quando o assunto é a relação com os planos de saúde. Dessa enorme insatisfação, de mais de 15 anos, brotou uma nova estratégia para denunciar à população os abusos cometidos pelas empresas, que ocasionam diversos problemas enfrentados pelos pacientes, especialmente dificuldade de acesso aos serviços.

Para chamar a atenção para o descaso dos planos com médicos e pacientes, foi lançada uma campanha publicitária no início de abril, ocupando mídia impressa, portais de internet e canais alternativos, como os vagões do metrô de São Paulo. “Queremos passar a mensagem que tanto profissionais quanto usuários são igualmente vítimas das empresas. É um alerta à sociedade, pois não abriremos guarda em 2014”, pontua Florisval Meinão, presidente da Associação Paulista de Medicina (APM).

Médicos e Pacientes exigem respeito

Médicos de SP suspendem atendimento aos planos de saúde no dia 7 de abril

Os médicos do estado de São Paulo decidiram suspender o atendimento eletivo aos planos de saúde no próximo dia 7 de abril, Dia Mundial da Saúde, em forma de protesto contra as empresas, por conta da remuneração inadequada, especialmente dos procedimentos; contratos sem índices de reajuste e periodicidade definidos; interferência no trabalho dos médicos; e pleiteando a readequação da rede credenciada, para que seja garantido o acesso pleno e digno dos pacientes à assistência contratada.

Os atendimentos de urgência e emergência serão mantidos e não haverá prejuízo aos pacientes. Desde já, as entidades solicitam aos médicos que deixem suas agendas em branco no dia 7 de abril. Se, porventura, alguma consulta já estiver marcada para tal data, a orientação é que seja remarcada para o mais breve possível.

A deliberação segue resolução de encontro da Comissão Nacional de Saúde Suplementar (Comsu), realizado em 14 de fevereiro na sede da Associação Paulista de Medicina (APM). Em ato simbólico, as operadoras de planos de saúde e a ANS receberam cartão amarelo dos médicos. Será o quarto ano consecutivo em que os profissionais se mobilizarão em prol de melhorias no setor.

“Este ano, também protestamos contra a Agência Nacional de Saúde Suplementar [ANS] por conta da Consulta Pública nº 54, sobre norma que estimularia boas práticas entre as operadoras de planos de saúde e prestadores de serviços, mas, em verdade, está embutindo regras nocivas aos prestadores e pacientes. O texto ressuscita o pagamento por performance, ou seja, bônus para os médicos que economizam mais. Além disso, existe a questão da instauração de uma câmara arbitral, o que impediria os médicos de recorrerem à justiça comum caso tivessem problemas com as operadoras de planos de saúde”, informou o presidente da APM, Florisval Meinão, em reunião realizada na sede da entidade na última segunda-feira (24).

O diretor de Defesa Profissional da APM, João Sobreira de Moura Neto, também participou do encontro com as sociedades de especialidades e Regionais da APM e afirmou que os médicos voltam à luta tanto no âmbito da saúde suplementar quanto da pública com ainda mais vigor e vontade este ano.

O ex-presidente do Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp), Renato Azevedo Júnior, reforçou que a luta contra os planos de saúde é eterna, já que os interesses são contraditórios. “Como são empresas, as operadoras visam lucro. Por outro lado, os médicos só querem atender bem seus pacientes e serem remunerados de forma justa por isso. A ANS, por sua vez, que deveria regular o setor, raramente toma alguma decisão a favor dos médicos, e quando o faz, como no caso da RN 71*, ela não é cumprida.”

*Estabelece os requisitos dos instrumentos jurídicos a serem firmados entre as operadoras de planos privados de assistência à saúde ou seguradoras especializadas em saúde e profissionais de saúde ou pessoas jurídicas que prestam serviços em consultórios.

 

APM São José dos Campos 60 anos de defesa da Medicina e dos médicos – Você faz parte desta história

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A Regional de São José dos Campos da Associação Paulista de Medicina foi fundada em 24 de fevereiro de 1954, por 35 médicos, a maioria deles tisiologistas que atendiam nos sanatórios para tuberculosos.
O primeiro presidente da entidade foi João Batista de Souza Soares. As primeiras reuniões, palestras e eventos promovidos pela APM Regional eram realizados no auditório da Faculdade de Direito ou na Santa Casa de Misericórida.
Em dezembro de 1968, foi inaugurada a Casa do Médico, na Av. São José, sob a presidência de Antonio Mazzuco. O terreno foi doado pela Prefeitura Municipal na gestão de Carlos Alberto Martins e os recursos para a construção da sede vieram do Departamento Previdenciário da APM (70%) e das contribuições dos associados de São José dos Campos (30%).
 
 Veja mais desta história em https://www.facebook.com/apmsjc

Ranking da ANS aponta falhas no serviço de planos de saúde na RMVale

Notícia publicada no Ovale (http://www.ovale.com.br)
REGIAO
January 13, 2013 – 07:49
Ranking da ANS aponta falhas no serviço de planos de saúde na RMVale

Principais planos alegam que qualidade no atendimento é mantida e será melhorada ainda mais a partir do próximo ano; veja notas de planos que operam na região

Lauro Lam
Especial para O Vale

Uma avaliação de desempenho elaborada pela ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar) revela que a qualidade do serviço prestado vem caindo. Batizado de Índice de Desempenho da Saúde Suplementar, a pesquisa avaliou os planos em uma escala que vai de 0 a 1, inscritos na ANS, durante o período de 2012.

Foram levados em conta critérios como atenção à saúde, dimensão econômico financeira, estrutura de operação, além da satisfação dos beneficiários. Poucos planos que operam no Vale do Paraíba tiveram boas notas.

O VALE fez um levantamento de nove planos de saúde, onde o Cime, ligado ao grupo Ativia, lidera o ranking negativo seguido pela Unimed São José (veja abaxo)
.
Crise.
O presidente da Associação Paulista de Medicina (APM) de São José, Sérgio dos Passos Ramos, afirma que os valores pagos aos médicos estão defasados. “A consulta paga pelos planos gira em torno de R$ 50, enquanto reivindicamos R$ 70. A maioria dos jovens médicos não atende mais pelos planos”, disse.

Segundo Ramos, existe uma crise no setor. “Muitos planos estão sendo vendidos para grupos internacionais. Médico e paciente estão pagando a conta mais alta.”

Pesquisa da APM encomendada ao DataFolha revela que 79% dos usuários de planos de saúde tiveram problemas nos últimos dois anos. “O ideal seria a formação de redes com ambulatórios próprios e médicos contratados”, diz o presidente da APM.

Reclamações.
A falta de entendimento entre pacientes e planos de saúde gera reclamações ao Procon de São José com frequência.

De acordo com o técnico do órgão, Sérgio Antônio Neves, as principais reclamações são sobre a falta de coberturas para cirurgias e exames, além da ausência de rede credenciada para atendimento.

“Quem for adquirir um plano precisa ver se a operadora tem inscrição na ANS e ler os contratos, verificando os prazos de carência”, afirmou.[TXT]

Outro lado.
Os planos de saúde com as piores pontuações de desempenho avaliado pela ANS se defendem. A Unimed de São José, por exemplo, informou que não obteve boa avaliação (0,49) referente a 2012, ano base 2013, em razão de investimentos que tiveram que ser feitos.

Em nota, a operadora explicou que teve que utilizar capital de terceiros, o que impactou sobre o resultado do patrimônio líquido, influenciando o desempenho. Segundo a Unimed, a empresa será melhor classificada na ANS no fim do ano que vem, utilizando os dados de 2013.

Já o Cime, ligado ao grupo Ativia e parceiro do Hospital Alvorada, em Jacareí, com a pior nota da região (0,48) disse que o desempenho foi melhor ao comparado com o ano anterior.

Segundo o plano de saúde, foram priorizados os investimentos na ampliação da rede de assistência médica e hospitalar, com a criação de três Centros de Especialidades Médicas, visando a satisfação dos clientes.

Para o Cime, o Hospital Alvorada é citado como parceiro no atendimento humanizado e na qualificação profissional.

SAIBA MAIS

Grupo São José: 0,79
Bradesco saúde: 0,73
Policlin: 0,71
Intermédica: 0,70
Sul América: 0,66]
Unimed Taubaté: 0,52
São Francisco: 0,50
Unimed São José: 0,49
Cime (Ativia): 0,48

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